12|06|09
Utilização de vidros de grandes dimensões
Giovanni Transportes contribui para que peças maiores possam ser utilizadas sem aborrecimentos

Uma certeza existe para o vidro. Suas medidas e especificações têm crescido a olhos vistos. Nos últimos dez anos, os vidros de grandes dimensões têm se transformado em objetos do desejo tanto de construtores de obras comerciais, como de obras residenciais. Coube à Giovanni Transportes, com sua estrutura, a tarefa de contribuir para que essa utilização se tornasse viável em todos os aspectos.

De fato, a arquitetura brasileira tem abandonado o modelo “caixotes” de cimento concreto e, em contrapartida, tem descoberto nos projetos envidraçados suporte para uma engenharia mais moderna, elaborada e clean. Exemplo disso são as mostras de decoração, que apontam tendências de mercado, e hoje possuem a maioria de seus ambientes com grandes espaços de vidro.

Os tamanhos comercializados variam de acordo com as possibilidades da empresa beneficiadora – para ser considerado jumbo o vidro deve ter pelo menos uma de suas medidas superior dimensão padrão de 3.210 mm. Estão disponíveis, segundo a Cebrace, vidros jumbo nas versões incolor e verde, com opções de cinza e bronze a partir de março deste ano. Algumas medidas encontradas no mercado são: 5.950 mm X 2.000 mm (laminado da Arte Vidro), 2.200 mm X 3.600 mm (temperado da Speed Temper), 6.000 mm X 3.210 mm (laminado da Divinal), 5.200 mm X 2.600 mm (temperado da Divinal, a partir de fevereiro), 6.000 mm X 3.210 mm (laminado da Conlumi) e 2.400 mm X 4.400 mm (temperado da Conlumi). Todos, entretanto, são unânimes em afirmar que peças desta natureza exigem cuidados extras na hora do transporte, manuseio e instalação.

Na Giovanni Transportes o serviço inclui desde a retirada do material na fábrica até o local em que será instalado. “A Giovanni Transportes possui mão-de-obra especializada, além de equipamentos adequados como cavaletes, ventosa a vácuo, caminhão munck e mini-grua”, explica o diretor da empresa, Giovanni Moreira. Outra preocupação que deve existir neste assunto é a aplicação da peça. Vidros grandes requerem indispensavelmente cálculo de pressões de vento, não importando se a instalação será na posição vertical ou horizontal.

Para evitar aborrecimentos desnecessários durante a instalação, o diretor da Arte Vidro, Geraldo Oliveira, dá uma dica valiosa: “Acho muito excitante o fato de poder atender a solicitação do cliente, mas é preciso orientar o mesmo em relação à espessura que deve usar, dependendo da dimensão da peça, além de observar as portarias de acesso à obra para ter certeza de que os vidros passam e que serão instalados com sucesso”.

Giovanni Moreira, por sua vez, discorda dessa última afirmação. Sua empresa cresceu graças a essas dificuldades encontradas. “Se o vidro não entra pela portaria, ele pode ser içado por cordas ou por caminhão munck e mini-grua, essa é uma especialidade nossa que está tendo cada vez mais procura pelos instaladores, ou seja, de forma indireta estamos viabilizando o acesso das empresas do setor de vidros às obras mais sofisticadas e modernas”, comenta.

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